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	<title>Justin Vendas &#187; Vendas</title>
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	<description>Consultoria em Vendas</description>
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		<title>Vendas Consultivas e a Fórmula 1</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 18:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[justin]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando estamos assistindo a uma prova de fórmula 1, numa primeira impressão pensamos na competição entre os pilotos, quem conhece este tipo de competição sabe que as habilidades do piloto são tão importantes quanto as competências da escuderia e, é claro, da performance do carro. Este TRIO é vital, e um “não subirá” ao pódio]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando estamos assistindo a uma prova de fórmula 1, numa primeira impressão pensamos na competição entre os pilotos, quem conhece este tipo de competição sabe que as habilidades do piloto são tão importantes quanto as competências da escuderia e, é claro, da performance do carro. Este TRIO é vital, e um “não subirá” ao pódio sem o outro. A escuderia apoia e dá todo o suporte ao piloto, este, dá o máximo de si seguindo as orientações da escuderia. As máquinas voadoras são aperfeiçoadas constantemente, inclusive dentro de um mesmo campeonato. Isto se chama trabalho de EQUIPE!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-372"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A mesma coisa deveria ocorrer em vendas consultiva, que são os tipos de comercialização onde o produto necessita de vendedores técnicos no processo comercial. Os gestores deveriam ter a mesma importância que a do vendedor no processo de venda, em cada oportunidade de negócios. No entanto, a experiência no campo, em centenas de visitas a empresários em vários anos de atividade em vendas, ouvindo as reclamações desta área, me fez perceber que a realidade é a seguinte: o vendedor tem realmente uma importância fundamental, é ele que deve ter uma série de habilidades, uma delas de criar valor acima da concorrência e fechar a conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que o que ocorre no mercado é que muitos vendedores estão, por opção ou pelo “chicote”, <strong>sozinhos, para não dizer abandonados, nesta missão:</strong> as oportunidades são entregues a eles pela empresa e “depois estão por conta própria”. O gestor tem uma vaga noção do que está acontecendo nas contas, durante as reuniões comerciais, e no final “se perdemos” ou “se ganhamos” a oportunidade e, ele se limita a cobrar os resultados sem efetivamente participar do processo:  o chicote prevalece em muitas organizações. Não deixa de ser uma maneira de vender, mas a constatação que cheguei é a de que o trabalho em equipe, de fato, traz muito mais resultados e é vital para a <strong>alavancagem das vendas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na fórmula 1, a prova começa antes do início da corrida, nesta fase já começa o papel da escuderia, que faz todo um estudo da pista, das condições previstas do tempo, da posição do piloto no campeonato. E desta análise de fatores, a escuderia monta toda a ESTRATÉGIA DA PROVA. Analogamente, cada oportunidade de negócios deve ter a sua ESTRATÉGIA, a ESTRATÉGIA DA OPORTUNIDADE. Cada empresa deve ter a maneira como os vendedores devem conduzir o processo de vendas: quais as etapas, quais os materiais de marketing a serem apresentados, como deve ser a negociação, como lidar com a concorrência e outras questões que fazem toda a diferença ao pessoal de campo.</p>
<p style="text-align: justify;">O gestor deve se questionar: “se entrasse um novo vendedor, sem experiência na área, eu tenho devidamente documentado tudo o que este profissional deve saber e fazer no processo de venda para trazer resultados concretos à minha organização? ”. Muitos gestores transferem esta responsabilidade para o vendedor selecionando profissionais mais experientes: isto é um grande equívoco: numa contratação, por mais que um vendedor seja experiente no mercado, ele não é experiente na sua empresa, na essência do seu negócio. Conte com a experiência dele somente para colocar em prática o que você determinar ou o que a troca de experiências mostrar mais resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Na fórmula 1, quando começa a corrida entra o papel do piloto, que irá colocar em prática a estratégia idealizada, usando ao máximo suas competências. Durante toda a competição informações do carro e do piloto são repassados à escuderia: consumo de pneus, combustível, etc. Com estas e outras informações, como situação real do tempo e a posição do piloto na prova, a escuderia ajusta a estratégia e orienta o seu piloto como deve proceder.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, o vendedor deve fornecer todas as informações sobre o andamento da oportunidade. Como foi a visita? Quais os pontos levantados? Qual a necessidade real? Qual é a estrutura de poder da empresa? Como está posicionada a concorrência na conta? Conhecem nossos clientes? Há indicador de conta? E, PRINCIPALMENTE, COMO FICA A ADAPTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DA CONTA A ESTES NOVOS FATOS. E do mesmo modo que a escuderia da fórmula 1, os gestores, que normalmente são os que têm mais expertise na área e no produto, deveriam auxiliar o vendedor analisando as informações e dando sugestões cruciais de quais caminhos tomar.</p>
<p style="text-align: justify;">Este é o calcanhar de Aquiles da grande maioria das empresas, há uma “guerra não declarada”: de um lado temos os gestores alegando que os vendedores não os mantém informados do andamento das contas e do outro lado os vendedores que não veem a menor necessidade de ficar registrando tudo o que fazem simplesmente para satisfazer o ego das chefias de estarem a par da situação. Nada mais frustrante a um vendedor de manter as suas atividades registradas e perceber que o gestor “não leu” e que ele, gestor, questiona assuntos que já foram documentados, e/ou, que não há ações de apoio e orientação com o que é registrado pelo vendedor. Daí uma das explicações da resistência de se registrar, de se<span style="text-decoration: line-through;">r</span> “gastar um tempo” para algo que, na prática, não agrega valor ao processo de venda. Este fator, associado à resistência natural de “ser controlado”, são os principais motivos dos vendedores “estarem por sua conta e risco”.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso haver um pacto: o vendedor registra, o gestor acompanha as ocorrências e dá feedback da estratégia da conta, faz considerações do que ele considera ser o melhor caminho, indica clientes de referência que podem ser fator de decisão, ou simplesmente, elogia a condução da oportunidade, “Juntos Somos Fortes”, este deve ser o lema, trabalhando como uma verdadeira equipe os resultados virão, esteja certo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vimos então que a escuderia e o piloto têm papel fundamental, mas será que não estamos esquecendo de nada? Pois é, o carro o seu produto, se pensarmos em longevidade, e é só isto que podemos pensar, se o seu produto não for bom, você pode até manter um certo nível de vendas, mas nada comparado ao que você teria com um produto que de fato atendesse as necessidades dos clientes, num padrão de qualidade satisfatório e com preço justo, de modo que seu cliente perceba que ele fez um bom negócio, que ele pagou o MELHOR PREÇO e que certamente ele irá recomendar  seu produto ou serviço na networking dele: amigos empresários, clientes e fornecedores, ajudando você <em>a conquistar o ECOSSISTEMA DE SUA EMPRESA, condição sine qua nom</em> para a verdadeira alavancagem das vendas. O conceito de Ecossistema é o de criar um habitat para a sua empresa ou seu negócio envolvendo a networking de seus clientes, ou seja, clientes e fornecedores de seus clientes, que somados a sua própria networking e a de seus colabores gerem negócios suficientes para manter o crescimento da sua empresa ou negócio, nas metas desejadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma “pequena” diferença da fórmula 1 com venda consultiva, quando pensamos isoladamente em uma determinada oportunidade de negócios: não há segundos ou terceiros lugares…  O pódio só tem 1º lugar e você só fecha se o conjunto de fatores – produto ou serviço, estratégia comercial e o vendedor – for melhor que os da concorrência. Cuide para que a sua empresa seja a mais competente que ela possa ser em cada um destes fatores, o mercado aguarda ansioso pelos resultados de seus esforços.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Cláudio Montes</p>
<p style="text-align: justify;">Diretor Comercial da JUSTIN</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Vendas Consultivas: como anda o seu carro o seu produto ou seu serviço?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 18:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[justin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Vendas consultivas são semelhantes à fórmula 1: existem 3 fatores decisivos para o sucesso. Na fórmula 1: carro, escudeira e piloto, em vendas consultivas: produto ou serviço, estratégia comercial e o vendedor. Vou falar neste artigo sobre o seu produto. Antes disto vamos deixar claro o que são vendas consultivas: são os tipos de vendas]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vendas consultivas são semelhantes à fórmula 1: existem 3 fatores decisivos para o sucesso. Na fórmula 1: carro, escudeira e piloto, em vendas consultivas: produto ou serviço, estratégia comercial e o vendedor. Vou falar neste artigo sobre o seu produto. Antes disto vamos deixar claro o que são vendas consultivas: são os tipos de vendas onde o produto ou serviço necessitam de vendedores técnicos no processo comercial. Geralmente existem várias visitas de apresentação do produto ou serviço, levantamento do projeto e orçamento específico em cada negociação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-369"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O produto na Fórmula 1 é o carro, e a cada ano vemos inovações impressionantes que tornam as máquinas cada vez mais velozes e seguras. E é graças a estes aperfeiçoamentos que nós também andamos em carros de passeio, cada vez mais seguros e velozes. A tecnologia é tudo na fórmula 1 e este esporte é um dos melhores exemplos do que deve ser o seu produto ou serviço, que é a razão básica da existência da sua empresa, do seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, temos sérios problemas quando passamos a analisar o mercado: uma coisa é o que a sua equipe de vendas diz que seu produto ou serviço é ou faz, outra coisa é a percepção do cliente, ou seja, aquilo que ele de fato está usufruindo com a aquisição do seu produto ou serviço. Você pode sim conseguir manter um certo patamar de vendas mesmo o seu produto não seja tão bom, vendas consultivas tem destas coisas, mas este patamar é certamente muito inferior ao que você teria se o seu produto atendesse, e quem sabe em alguns quesitos, superasse as expectativas de seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu poderia explicar uma série de desvantagens entre você ter ou não um bom produto, mas quero focar naquele que tem maior impacto com a missão da Justin que é a de “Fornecer ferramentas eficazes aos nossos clientes para que eles possam ALAVANCAR SUAS VENDAS”. Hoje todos nós sabemos que a concorrência está cada vez mais acirrada, que os compradores estão cada vez mais exigentes e que preço e qualidade não podem ser mais analisados de maneira individual. Se você quer vender com um preço maior que o da concorrência e/ou manter níveis elevados de vendas, é preciso que o seu produto seja muito bom ou no mínimo bom, de modo que o cliente esteja seguro que ele pagou o MELHOR PREÇO e está muito satisfeito ou no mínimo satisfeito com a aquisição.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta satisfação é condição <em>sine qua nom</em> para você ALVANCAR SUAS VENDAS, um cliente satisfeito irá, e na maioria das vezes com muito prazer, fazer parte do ECOSSISTEMA DA SUA EMPRESA.O conceito de Ecossistema Comercial é o de criar um habitat para a sua empresa ou seu negócio envolvendo a <em>networking</em> de seus clientes, ou seja, amigos empresários ou influentes, clientes e fornecedores de seus clientes, que somados a sua própria <em>networking</em> e a de seus colabores gerem negócios suficientes para manter o crescimento da sua empresa ou negócio, nas metas estipuladas. Isto, é claro, DESDE QUE O SEU PRODUTO OU SERVIÇO FAÇA A PARTE DELE.”</p>
<p style="text-align: justify;">E isto não é “conversa de vendedor”, quem já é da área comercial, sabe importância de termos um indicador de contas, uma pessoa ou empresa que usa o nosso produto ou serviço e recomenda que outros façam o mesmo. Ter um indicador na conta é “mais de meio caminho andado”, por isto a importância do ecossistema. Se deixa de ganhar muito dinheiro com um produto ou serviço que não satisfaça a maioria dos clientes, e você não pode se contentar com esta situação, você precisa pôr a mão-na-massa e  melhorar o seu produto ou serviço, para que você e seus colaboradores, em especial os vendedores, tenham orgulho daquilo que sua empresa gera aos seus clientes e possam falar “de boca cheia” do seu produto ou serviço nas visitas: mais orgulhosos, seguros e confiantes, pois assim “ninguém segura sua equipe de vendas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como fazer? Por onde começar a aperfeiçoar o seu produto? Você com certeza é a pessoa certa que pode responder. A dica é perguntar às pessoas mais óbvias possíveis: SEUS CLIENTES. Não tão óbvio assim é OUVIR DE FATO O QUE SEUS CLIENTES ACHAM DO SEU PRODUTO OU SERVIÇO, APERFEIÇOANDO-O CONTINUAMENTE, de modo que a gama de clientes satisfeitos seja cada vez melhor. Vamos lá! Fortaleça o relacionamento com seus clientes e torne o seu O ECOSSISTEMA COMERCIAL DE SUA EMPRESA UMA FERRAMENTA VALIOSÍSSIMA NO SEU PLANO ESTRATÉGICO DE VENDAS.</p>
<p style="text-align: justify;"> Amarildo Nogueira</p>
<p style="text-align: justify;">Diretor de Negócios da Justin</p>
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		<title>Vendas Consultivas: como anda a sua área comercial, a sua escuderia?</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 18:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[justin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[A área comercial tem muito o que aprender com a fórmula 1. Existem 3 fatores decisivos para chegar ao pódio: carro, escudeira e piloto, já em vendas consultivas os 3 fatores são: produto, estratégia comercial e o vendedor. Sua área comercial equivale a escuderia e é sobre isto que quero falar. Este é um assunto]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 19.2pt; text-align: justify; background: white;"><span style="font-size: 11.5pt; font-family: 'Source Sans Pro',serif; color: #666666;">A área comercial tem muito o que aprender com a fórmula 1. Existem 3 fatores decisivos para chegar ao pódio: carro, escudeira e piloto, já em vendas consultivas os 3 fatores são: produto, estratégia comercial e o vendedor. Sua área comercial equivale a escuderia e é sobre isto que quero falar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-366"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Este é um assunto delicado porque mexe como o ego dos gestores: normalmente quando as vendas não estão bem só há um culpado – o vendedor. Se olharmos as escuderias podemos analisar que talvez “o buraco seja mais embaixo”. Antes do início da prova a escuderia estuda qual será a melhor estratégia da prova. Eles analisam uma série de fatores, da pista à previsão do tempo e traçam a melhor estratégia para todas as condições levantadas: qual o tipo de pneu, quantas trocas, qual a posição necessária no campeonato, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Pergunta: Qual a ESTRATÉGIA DE VENDA da sua área comercial? Não estou falando de treinar o vendedor sobre o produto ou serviço, isto é básico e fundamental para termos profissionais que falem do seu produto ou serviço com segurança e credibilidade. Falo de determinar quais devem ser as etapas do processo de venda, exemplo: prospecção, visita, apresentação do produto, levantamento do projeto, orçamento, negociação e fechamento. Há uma reclamação recorrente no mercado sobre preço, “vendedores querem vender pelos menores preços e se não vendem o problema é este: preço”, pois bem: seu vendedor sabe que é preciso primeiro criar valor ao seu produto ANTES de fazer o orçamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe! Sabe mesmo? O que é criar valor? Mostrar diferenciais&#8230; que mais? Levar a clientes de referência&#8230; que mais? Destacar como seu produto atende às dores levantadas? Estas questões fazem parte OFICIAL das etapas que o seu vendedor deve seguir no campo? E mais: se existe, você acompanha se isto é feito?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, voltemos a fórmula 1, vamos supor que temos a ESTRATÉGIA IDEAL, começa a corrida, a estratégia idealizada é colocada à prova. Por acaso, a escuderia fica na plateia torcendo pelo piloto? Não, o trabalho é redobrado, eles recebem informações constantes do carro e do piloto, acompanham a variação do tempo e com estas e outras informações PROPÕEM MUDANÇAS NA ESTRATÉGIA INICIAL, reorientando o piloto do que deve ser feito.</p>
<p style="text-align: justify;">Pergunta: como você e seus gestores acompanham CADA OPORTUNIDADE confiada ao vendedor?  Ouço muito “eles não registram suas ocorrências, depois que recebem a conta não sabemos mais o que acontece, sabemos somente o final se ganhamos ou perdemos”. Eu sou vendedor, e no início eu também relutava em registrar as minhas ocorrências – ninguém gosta de ser controlado -, ocorre que eu TIVE A SORTE de ter chefias QUE SIMPLESMENTE QUERIAM SABER O QUE ESTAVA ACONTECENDO E, ME DESCULPEM OS COLEGAS DE PROFISSÃO, ERAM CHEFIAS QUE NÃO ABRIAM ESPAÇO SE QUER PARA COLOCAR EM DISCUSSÃO ESTE ASSUNTO.</p>
<p style="text-align: justify;">Tive a sorte de ter sido “encorajado” a registrar o que eu fazia, no início foi difícil, mas aos poucos fui percebendo como registrar de forma a agregar valor à condução das minhas contas. Registrar, me permitia entrar nos detalhes de cada contato. Fiz um processo intenso de coaching e ter me acostumado a documentar, me permitia aproveitar cada aprendizado deste processo. Aprendi a observar e registrar a linguagem corporal, os canais de comunicação dos VITOs (Very Important Top Officer) e a estrutura de poder de cada empresa. E todo este aprendizado me levou a criar e manter atualizada a MINHA ESTRATÉGIA DA CONTA e&#8230; minhas vendas se ALVANCARAM. Então vendedores: aprendam a registra as ocorrências de forma eficiente, a empresa entrega uma oportunidade em suas mãos e tem todo o direito de acompanhar EM DETALHE o que está ocorrendo e “quais são os próximos passos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, eu tive também a SORTE de ter chefias que liam o que eu escrevia e me davam sugestões do que eu deveria fazer. ISTO “NÃO TEM PREÇO”, mesmo novato na área, eu tinha chefias experientes, com mais de 15 anos de expertise na área e no produto/serviço, que me ajudavam a traçar estratégias de “gente grande”. Portanto gestores, cobrem sim os registros de seus vendedores e sejam implacáveis nisto, mas, com o mesmo empenho, façam a sua parte auxiliando seus soldados a terem maiores chances de sucesso no campo de guerra que é o mercado. Com este pacto, estejam certos, vendedores e gestores, as vendas serão alavancadas e todos irão comemorar e bater metas atrás de metas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cláudio Montes</p>
<p style="text-align: justify;">Diretor Comercial da Justin</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: line-through;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vendas Consultivas: como anda o seu piloto, o seu vendedor?</title>
		<link>http://justinvendas.com.br/vendas-consultivas-como-anda-o-seu-piloto-o-seu-vendedor/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 18:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[justin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[A fórmula 1 e vendas consultiva tem muitas semelhanças. Há 3 fatores principais para o sucesso neste esporte: carro, escudeira e piloto, já na profissão de vendas consultivas os 3 fatores são: produto ou serviço, estratégia comercial e o vendedor. Quero falar aqui sobre o representante comercial, gerente de contas, gerente de relacionamento, executivo de]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A fórmula 1 e vendas consultiva tem muitas semelhanças. Há 3 fatores principais para o sucesso neste esporte: carro, escudeira e piloto, já na profissão de vendas consultivas os 3 fatores são: produto ou serviço, estratégia comercial e o vendedor. Quero falar aqui sobre o representante comercial, gerente de contas, gerente de relacionamento, executivo de vendas, e outros “títulos” que o vendedor tem.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-363"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Há um ponto em comum entre o PILOTO de fórmula 1 e o VENDEDOR: <strong>não há formação acadêmica nestas áreas</strong>. A diferença é que um está ligado ao esporte e outro ao trabalho (sem querer desmerecer o trabalho que dá ser piloto). A grande maioria dos pilotos foram influenciados por algum parente que também é ou foi piloto ou por algum conhecido ligado a corridas. Eles começam nas categorias menores objetivando chegar a tão sonhada fórmula 1. O esporte seduz os aspirantes a serem pilotos, e é claro que os honorários também são um bom estímulo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Já, ser vendedor não é aspiração: ninguém aspira ser vendedor. Perguntem a quem está fazendo o ENEM e constate se algum deles quer ser vendedor, na verdade, para eles esta opção nem existe. Você mesmo que lê este artigo e é da área comercial, duvido que você desejava ser vendedor “quando crescer”. No curso “A Arte da Venda” da Metodologia JUSTIN, abordamos esta questão, onde até hoje não tive um único caso de alguém que queria ser vendedor, e são hilários os depoimentos dos vendedores ao comentarem a seus pais a profissão que adotaram: “mas você estudou tanto para se tornar um&#8230; vendedor&#8230;”. Você mesmo deve ter sua história para contar. Até mesmo entre os amigos a maioria dos vendedores se sentem envergonhados da profissão, não é à toa que existem tantos outros títulos: gerente de contas, gerente de relacionamentos, executivo de vendas e por aí vai. Qual é o título que você usa?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A dura realidade</strong> é que o despreparo acadêmico associado ao alto grau de depreciação desta profissão minam a autoestima e a competência necessária para conduzir corretamente uma oportunidade de negócio. Nesta realidade somente uns poucos conseguem ter a PEGADA DE VENDAS, que caracteriza as feras desta área.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação da JUSTIN se deu devido a uma solicitação de empresários que não só compraram o serviço que eu vendo, mas também ficaram impressionados com a minha condução do processo de vendas, e me solicitaram o desenvolvimento de um curso para transferir todas estas competências para outros colegas, de modo que eles também conseguissem alavancar suas vendas. Com o tempo este curso se transformou em uma METODOLOGIA onde mesclamos teoria e prática daquilo que realmente funciona no campo. Não por coincidência a 1ª premissa desta metodologia para se tornar um VENDEDOR ARROJADO é “Tenha Atitude e Orgulho de ser vendedor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos então vendedores que sabem do produto, mas não receberam formação do que é ser vendedor, se o produto é um commodities com um certo conhecimento no mercado, ainda dá para contornar, mesmo o vendedor mediano “se vira nos 30”, mas em vendas consultivas esta falta de preparo é fatal e explica boa parte da baixa performance de uma infinidade de vendedores, explica a <em>falta de competência de lidar com a oportunidade que lhes são confiadas</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito comum a empresa pegar um excelente profissional da área técnica, que conhece muito bem o produto e colocá-lo na área comercial, sem um treinamento adequado à função de vendedor (exatamente por causa da depreciação desta nobre profissão: “é só ele falar bem que vende”). Infelizmente, na maioria dos casos, a organização fica com um vendedor de baixa performance, baixa estima, com grandes chances de jogar a toalha e mudar de emprego, além de perder um excelente técnico.</p>
<p style="text-align: justify;">O técnico “topa” ir para a área comercial, porque as comissões são sedutoras, só que elas dependem de resultados práticos, depende de fechamentos de contratos, e lá está ele, no campo, na visita, sem saber como vender. <strong>Como ele só sabe do produto ou serviço, ele começa a falar deles sem medidas de tudo aquilo que sabe e se não bastasse, com riqueza de detalhes, na esperança insana que um dos pontos convença o contato a comprar,</strong> daí um dos motivos da má fama dos vendedores – “malas sem alça”. O contato se sente incomodado, não aguenta mais tanto blá blá blá sobre o produto. Nesta situação será difícil vender – “talvez dá próxima vez se eu falar daquele outro detalhe do produto talvez eu venda&#8230;” &#8211;  este <strong>talvez</strong> está mais para não do que para sim e com o passar do tempo tudo desaba como um castelo de areia na beira do mar e o ex-técnico, com vergonha dos maus resultados, decide procurar outro emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais “técnico” o seu produto ou serviço, mais conhecimento o vendedor necessita para ser capaz de fechar uma conta, só com este conhecimento o vendedor consegue transmitir credibilidade e confiança aumentando as chances de fechamento e, ao contrário do que se pregava, a camada de conhecimento necessária vai além de saber quais são os benefícios, hoje o mercado cobra do profissional de vendas, saber os benefícios e também conhecimentos técnicos do produto ou serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Então não está errado você escolher o pessoal técnico, a questão é que ele deve passar por um treinamento rigoroso e acompanhamento estreito, de modo que ele aprenda, etapa por etapa, COMO VENDER O SEU PRODUTO OU SERVIÇO. É a arte de vender, de convencer honestamente pessoas ou empresas a cofiarem no seu produto/serviço. É de se pensar, com exceção das profissões ligadas à saúde, eu não vejo uma profissão que seja tão nobre e importante quanto a de vendedor. Cabe a este profissional o maior desafio de toda a ORGANIZAÇÃO: FECHAR A CONTA no MELHOR PREÇO. Pare para pensar: O que seria das empresas se não houvessem as vendas?</p>
<p style="text-align: justify;">E reforçando: conhecer o produto é crucial, mas não podemos dizer que isto seja suficiente para o fechamento da conta. As vendas tradicionais, as que não fazem parte de licitações, são emocionais e não técnicas: uma vez que se selecione os fornecedores que atendem aos pré-requisitos o fator de decisão será a simpatia, a atenção, a habilidade como o vendedor conduz todo o processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta competência tem muitos braços, na METODOLOGIA JUSTIN, ela tem 14 braços: 7 premissas para você se tornar um vendedor arrojado e sete técnicas para você se tornar um verdadeiro guru de vendas. Este guru percebe aquilo que não é dito verbalmente, percebe quando está ou não agradando, e dependendo da situação muda o que está fazendo até perceber aceitação. Percebe qual a melhor maneira de vender o seu produto ou serviço para cada tipo de contato: há quem prefere ouvir sobre o seu produto, há quem prefira ver e há quem queira mesmo é saber o que poderá usufruir com ele. Este guru sabe não só ouvir, mas ouvir e utilizar o que ouviu no momento certo de apresentar o seu produto ou serviço. Ao contrário da regra a vendedores, ele é comedido no falar, sendo sempre preciso e cirúrgico nas suas observações.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, são 3 fatores decisivos, mas o VENDEDOR FAZ A DIFERENÇA, ELE É O CARA! Ele é o soldado que está na linha de frente, no campo, combatendo pela sua empresa, trazendo novos pedidos de venda, oxigenando a sua empresa, gerando empregos e riquezas. Gestores, não meçam esforços para tornarem seus “meninos do campo” (no sentido carinhoso da palavra), profissionais altamente qualificados. Queridos colegas vendedores, estejam sempre abertos a novas ideias, independentemente do tempo que você tenha na área, esteja atento e com discernimento e humildade ponha em prática o que você considerar proveitoso. Como uma verdadeira equipe, gestores e vendedores, se ajudem mutuamente, e fiquem absolutamente seguros que as vendas serão alavancadas e todos serão beneficiados, principalmente o cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">­­­Amarildo Nogueira</p>
<p style="text-align: justify;">Diretor de Negócios da Justin</p>
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		<title>Torne seu time do Comercial tão eficaz quanto uma equipe de fórmula 1</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2014 17:59:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vendas consultivas são semelhantes à fórmula 1: existem 3 fatores decisivos para o sucesso. Na fórmula 1: carro, escudeira e piloto, em vendas consultivas: produto ou serviço, estratégia comercial e o vendedor. Vou falar neste artigo sobre a tecnologia utilizada nestas duas áreas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-359"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se olharmos o <em>cockpit</em> de um carro de fórmula 1, a parafernália eletrônica utilizada pelas escuderias e como as informações da prova são transmitidas em tempo real, percebemos o grau de profissionalismo deste esporte. Estas informações são analisadas por uma equipe de especialista e repassada ao piloto para que tenha maiores chances de subir ao pódio.</p>
<p style="text-align: justify;">Analogamente num processo de vendas, a troca de informações entre vendedor e seus gestores deve ser rápida para que a equipe comercial como um todo possa ajudar o profissional de campo a fechar a conta. Há empresas onde nas reuniões comerciais as contas principais de cada vendedor são analisadas pelos gestores e pelos colegas, “se duas cabeças pensam melhor do que uma” imaginem a sinergia gerada quando todos ajudam a todos, são como os mosqueteiros: “Um por todos e todos por um”.</p>
<p style="text-align: justify;">E da mesma forma que a fórmula 1 não seria o que é sem a tecnologia utilizada, a área comercial precisa de uma ferramenta informatizada que além de viabilizar todas as trocas de informação, faça isto de uma maneira clara, simples e eficaz. O nome desta ferramenta é CRM (<em>customer relationship management</em>), e a finalidade básica é exatamente permitir que os vendedores registrem as informações de cada oportunidade: visitas feitas, e-mails enviados, telefonemas, materiais de marketing fornecidos e também para armazenar documentos como escopo do projeto, orçamento ou proposta comercial e, se possível, o contrato de fechamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando dos CRMs de mercado, há enormes diferenças entre eles que podem dificultar a sinergia necessária para a Alavancagem das Vendas. A conclusão que a JUSTIN chegou é que seria necessária uma ferramenta própria, totalmente alinhada à nossa metodologia, onde a estratégia das oportunidades fosse a informação mais importante e como tal a mais visível. Desenvolvemos o CRM JUSTIN, onde a tela principal é um cockpit onde as oportunidades são priorizadas em termos de prazo de fechamento, importância e situação da conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vendedores têm acesso rápido as suas oportunidades e suas respectivas estratégias, cada alteração do vendedor é comunicada automaticamente aos gestores, cada orientação do gestor é repassada em tempo real ao vendedor, todos os agendamentos são feitos no cockpit e há uma área única onde todos os documentos da oportunidade estão armazenados e podem ser acessados facilmente, inclusive as gravações das ligações feitas pela prospecção e que geraram a oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O compromisso que temos com nossos clientes vai portanto, além do período de treinamento e consultoria. Sem uma ferramenta informatizada eficiente <strong>TODO O APRENDIZADO</strong> adquirido no curso “A Arte da Venda”, e nas consultorias e treinamentos realizados, correriam o sério risco de desaparecerem com o passar do tempo, como infelizmente ocorre com muitas empresas após processos de consultoria. O CRM JUSTIN vem exatamente com a missão de <strong>TORNAR PERMANENTE</strong> os conhecimentos adquiridos com a implantação da METODOLOGIA JUSTIN. Uma vez “no caminho certo” é imensurável onde você e seu TIME DE VENDAS poderão chegar, dá trabalho sim, e muito, mas os resultados são imensamente compensadores.</p>
<p style="text-align: justify;">  Amarildo Nogueira</p>
<p style="text-align: justify;">Diretor de Negócios da Justin</p>
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